Exercícios vestibulares para o autismo

Exercícios vestibulares para o autismo
Exercícios vestibulares pode ajudar com a superestimulação. Photo Credit Jupiterimages / Photos.com / Getty Images

Integração sensorial ocorre quando o organismo leva informações através de visão, audição, paladar, tato e olfato e processa esta informação para encontrar significado ou para armazenar o conhecimento. Algumas crianças com autismo têm o que é conhecido como disfunção de integração sensorial, ou DIS, em que eles são capazes de absorver a informação em torno deles, mas o cérebro tem dificuldade em processá-lo. Nestas situações, a criança pode se tornar super estimulada ou recorrer a comportamentos auto-estimulatórios. Exercícios vestibulares muitas vezes são realizados para ajudar uma criança com DIS.

Considerações

Existem vários tipos de exercícios que estimulam o sistema vestibular de uma criança com autismo. Cada exercício deve ser realizado conforme a criança permite e sem forçá-lo a fazer mais do que ele quer. Aproxime-se dos exercícios, dando ao seu filho o suficiente para fazer. A quantidade de atividade e sua percepção da atividade devem estar em linha. A fim de encontrar o sucesso com exercícios, pode ser necessário reduzir outros tipos de estimulação, incluindo aquelas que afetam os outros sentidos. Esteja ciente de estimulantes como o ruído excessivo ou roupa áspera que pode sobrecarregar o seu filho e diminuir o sucesso dos exercícios.

Oscilante

Para frente e para trás em movimento de balançar estimula o sistema vestibular e pode ser mais rápido ou mais lento. Se você tem um conjunto de Balanço ou o acesso a um parque, tente empurrar o seu filho nos balanços. Permitir-lhe escolher o quão alto ele quer ir. Se o seu filho é menor, você também pode tentar buscá-lo e segurá-lo em seus braços, deitado de costas. Gentilmente balançar o corpo para trás e para a frente de lado a lado. Você também pode realizar este exercício, segurando seu filho em uma posição sentada.

Ressalto

De acordo com Brain Training Associates, aproximadamente 20 por cento dos neurônios visuais reagem a exercícios vestibulares. Use uma grande bola para exercício e ter o seu filho sentar-se em cima dela.Segurando as mãos para o equilíbrio, saltar-lhe para cima e para baixo enquanto está sentado sobre a bola. Seu filho pode querer controlar saltando por fazê-lo por conta própria. Tente tê-lo sentar-se sobre os joelhos e segurando suas mãos e pula para cima e para baixo. Pequenos trampolins também são úteis para salto, ocupam pouco espaço e são fáceis de usar.

Rodopio

Exercícios girando estimulam o organismo a usar seu senso de equilíbrio. Se você tiver uma cadeira de escritório que gira, deixe seu filho sentar-se nela e, lentamente, transformá-lo em um período de dois minutos. Este exercício pode ser realizado com os olhos abertos ou fechados. Outro tipo de movimento é rolos de log. Tenha sua criança encontram-se no chão e rolar de um lado da sala para o outro, mantendo o corpo ereto. Isto também pode ser realizado com os olhos abertos ou fechados. Com estes exercícios, se o seu filho torna-se tonto, retardar os movimentos até que ele pode tolerar isso, mas tente continuar com os exercícios.

Fonte: http://www.livestrong.com/article/432098-vestibular-exercises-autism/

Posted on Dezembro 30, 2014, in Dicas para os pais, Integração sensorial and tagged , , . Bookmark the permalink. 3 comentários.

  1. Imprescindível a informação de que rodopios podem desencadear crises de epilepsia, bem como giros e balanços podem deixas algumas crianças agitadas e desorganizadas. A Terapia de Integração Sensorial deve ser feita com um terapeuta ocupacional treinado nessa abordagem e os exercícios recomendados para se fazer fora da terapia devem ser indicados de acordo com o perfil sensorial de cada criança, pois podem ser completamente contrários.

    • Oi Laís, obrigada por sua contribuição. Essa postagem foi replicada de uma postagem de Terapeuta Ocupacional. Concordo que a terapia de integração seja feita por TOs, assim como o terapia musical por Musicoterapeutas, a linguagem por fonoaudiólogos, etc. Porém devo ressaltar que conhecimento é importante, pois recebemos uma criança como um todo e não de forma fragmentada. Muitos terapeutas se utilizam da música como ferramenta para auxiliar em suas terapias, nem por isso recriminamos o uso da mesma por sermos os indicados para tal. As disfunções sensoriais no autismo foram reconhecidas no DSM V, fazendo parte da tríade. Devemos ter um olhar transdisciplinar e respeitar cada especialização sim, mas principalmente devemos olhar nossa criança como um todo. Já que estamos falando de integração sensorial, você deve saber que a música é multisensorial, e por exemplo, o ritmo está ligado ao movimento. Então neste aspecto ter conhecimento me ajuda a entender como minha criança percebe e internaliza o ritmo. O objetivo deste blog é democratizar a informação. Obrigada por sua informação. Bjs

  2. Angela Maria de figueiredi

    Me ajudou bastante

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